RESALTANDO QUE NO MUNDO TEM VARIOS TIPO DE AMORES... UM EXEMPLO: DE AMOR VERDADEIRO E ABSOLUTO É CHAMADO O AMOR DE MAÊ. "O amor faz transformações químicas no corpo. Ele provoca a liberação de hormônios que dão energia, disposição e a sensação de alegria", MAS COMO FALAR DE AMOR... PRA ENTRA NESSA TEMA TEMOS FALA TAMBEM DE SEXO e DROGAS . (" NÃO APOÍO AS DROGAS , NEN FAÇO APOLOGIA AS DROGAS") SOMENTE UM CONTEÚDO NECESSARIO E UM ALERTA PARA A VIDA !
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
DOENÇA DE PARKINSON
A doença de Parkinson foi inicialmente descrita por James Parkinson em 1817, em um trabalho denominado “An Essay on the Shaking Palsy”, e que posteriormente, em sua homenagem, seu nome foi dado à doença.
Não é considerada uma simples entidade, mas um complexo de sintomas, caracterizados por uma síndrome parkinsoniana resultante da deficiência do sistema dopaminérgico nigroestriatal que é um conjunto de células responsáveis pelos movimentos.
A síndrome parkinsoniana ou parkinsonismo se define pela presença de quatro sinais cardinais: tremor de repouso, rigidez, lentificação dos movimentos e alteração do equilíbrio. São necessários pelo menos dois sinais para se diagnosticar uma síndrome parkinsoniana.
Dentre as doenças que podem se manifestar como parkinsonismo (tremor, rigidez, bradicinesia e alteração do equilíbrio) a doença de Parkinson é a mais comum. Outras causas são:
Medicamentoso (vertigens, doenças psiquiátricas)
Intoxicações (monóxido de carbono, manganês)
Problemas circulatórios cerebrais
Lesões traumáticas cerebrais
Outras doenças degenerativas: Parkinson atípico
Os sintomas ocorrem devido a uma degeneração de neurônios que contém dopamina. A dopamina é um neurotransmissor (substancia química) e é responsável por transmitir mensagens entre células nervosas. A redução da dopamina ocorre em uma região dentro do sistema nervoso central que é denominada parte compacta da substância negra localizada no mesencéfalo. A dopamina é enviada para outra região do cérebro que se chama corpo estriado, formando a via nigroestriatal.
A dopamina é responsável pela realização dos movimentos voluntários automáticos, ou seja, são movimentos que não pensamos para realizar e uma vez estando a dopamina diminuída, os movimentos se tornam difíceis de serem realizados.
A depleção das células dopaminérgicas precede por muitos anos o aparecimento dos sintomas. Para que estes se manifestem, é necessário que cerca de 70 – 80 % do sistema dopaminérgico nigro estriatal esteja lesado.
Outras regiões do cérebro também estão acometidas e também outras substâncias e que são responsáveis pelas alterações denominadas não motoras que também acontecem na doença.
A causa desta degeneração das células dopaminérgicas ainda é desconhecida. Com o envelhecimento existe uma perda destas células nervosas, de uma maneira menos lenta do que ocorre na Doença de Parkinson. Muitas pesquisas têm sido feitas e acreditamos que vários fatores estão envolvidos como fatores ambientais, genéticos. Apesar de existirem formas hereditárias da doença de Parkinson, cerca de 20%, especialmente em casos de início mais jovem, a genética não explica a maioria dos casos .
Dentre as doenças que podem se manifestar como parkinsonismo (tremor, rigidez, bradicinesia e alteração do equilíbrio) a doença de Parkinson é a mais comum. Outras causas são:
Medicamentoso (vertigens, doenças psiquiátricas)
Intoxicações (monóxido de carbono, manganês)
Problemas circulatórios cerebrais
Lesões traumáticas cerebrais
Outras doenças degenerativas: Parkinson atípico
Os sintomas ocorrem devido a uma degeneração de neurônios que contém dopamina. A dopamina é um neurotransmissor (substancia química) e é responsável por transmitir mensagens entre células nervosas. A redução da dopamina ocorre em uma região dentro do sistema nervoso central que é denominada parte compacta da substância negra localizada no mesencéfalo. A dopamina é enviada para outra região do cérebro que se chama corpo estriado, formando a via nigroestriatal.
A dopamina é responsável pela realização dos movimentos voluntários automáticos, ou seja, são movimentos que não pensamos para realizar e uma vez estando a dopamina diminuída, os movimentos se tornam difíceis de serem realizados.
A depleção das células dopaminérgicas precede por muitos anos o aparecimento dos sintomas. Para que estes se manifestem, é necessário que cerca de 70 – 80 % do sistema dopaminérgico nigro estriatal esteja lesado.
Outras regiões do cérebro também estão acometidas e também outras substâncias e que são responsáveis pelas alterações denominadas não motoras que também acontecem na doença.
A causa desta degeneração das células dopaminérgicas ainda é desconhecida. Com o envelhecimento existe uma perda destas células nervosas, de uma maneira menos lenta do que ocorre na Doença de Parkinson. Muitas pesquisas têm sido feitas e acreditamos que vários fatores estão envolvidos como fatores ambientais, genéticos. Apesar de existirem formas hereditárias da doença de Parkinson, cerca de 20%, especialmente em casos de início mais jovem, a genética não explica a maioria dos casos .
TRATAMENTO.
Não existe ainda cura da Doença de Parkinson, porém existe o tratamento para aliviar os sintomas e proporcionar uma melhor qualidade de vida.
Podemos utilizar as seguintes medidas no tratamento da doença de Parkinson: medicamentoso, fisioterapia, fonoterapia, apoio psicológico, cirúrgico, orientação nutricional e participação de atividades sociais.
O tratamento farmacológico é baseado na fisiopatologia e os seguintes medicamentos podem ser utilizados são: levodopa, agonistas dopaminérgicos, inibidores da enzima MAO-B, amantadina.
A medicação a ser utilizada no tratamento vai depender dos sintomas, da idade, da atividade que você realiza. Geralmente se inicia com uma medicação e durante as avaliações dependendo do efeito ou de reações indesejadas pode ser modificado ou acrescentado mais algum medicamento.
Em alguns casos o tratamento cirúrgico é indicado, mas isto também vai depender de vários fatores que são levados em conta. O tratamento cirúrgico pode ser feito de duas maneiras: uma é o que chamamos estereotaxia, que é feita através de uma lesão microscópica em uma região do cérebro para alívio dos sintomas. Outro procedimento é chamado estimulação cerebral profunda que se faz através da colocação de eletrodos que vão emitir sinais elétricos para a região do cérebro responsável pelo controle dos sintomas motores e isto ajuda aquela região funcionar melhor.
Além disto, é importante a realização de exercícios com orientação de um profissional fisioterapeuta. Ele vai lhe ensinar os exercícios mais adequados para o seu problema.
O auxílio de um profissional fonoaudiólogo é importante se começam a ocorrer alteração da voz e dificuldade para engolir.
A dieta deve ser saudável e constar de todos os elementos como frutas, vegetais, carnes, cereais, massas em quantidades equilibradas. Se você tiver alguma restrição devido a alguma outra doença deve sempre comunicar o seu medico. Existem algumas orientações em relação à alimentação e a tomada de alguns medicamentos, como por exemplo, a levodopa que dever ser sempre ingerida longe do horário das refeições.
Se você se sentir triste ou deprimido comunique isto ao seu médico, pois ele poderá medicá-lo adequadamente ou encaminhá-lo a um profissional da área.
O tratamento não é completo sem o apoio da família. A família tem um papel fundamental na vida de um paciente com Doença de Parkinson no sentido de sempre apoiá-lo e ampará-lo nos momentos difíceis e também estimulá-lo para que participe de atividades sociais.
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