O grande mestre confessou-lhe a sua
ignorância a respeito da psicologia feminina.Jones diz textualmente:
“Não há muita dúvida de que Freud achava a psicologia das mulheres mais enigmática do que a dos homens.”
Segundo Jones, o pai da psicanálise lhe teria confessado: “A grande questão que nunca foi respondida, e que eu mesmo não tive condição de responder apesar dos trinta anos de estudos sobre a alma humana, é: O que quer a mulher?”
É claro que o Freud queria respostas que fossem estruturais, que fossem a chave dos comportamentos, mas parece que também acabou morrendo sem poder decifrar esse abissal mistério.
A cada dia tomamos conhecimentos do papel das mulheres na perpetuação das
injustiças e sofrimentos das mulheres, como o que acontece em alguns países
asiáticos, africanos e do oriente médio.E como Freud nos perguntamos o porquê?
Quando assisti o Diabo Veste Prada, decalcado de uma situação que de fato existiu, identifiquei no comportamento da atriz principal (o Diabo), características de muitos dos meus antigos (e atuais) clientes, executivos ou empresários.
Lembro-me de pensar diante do despotismo desses descompensados:
“Quando as mulheres chegarem a essas posições tudo será diferente”. Como eu estava equivocado!
Em meu consolo no poço de perplexidade e pasmo em que me debato, veio outra mulher, a americana Kelly Vallen em seu depoimento ao New York Times. Num artigo sobre a sua terrível experiência na fraternidade em que ingressou para se sentir protegida na Universidade, ela desabafa:
“Nós mulheres nadamos em águas infestadas de tubarões criados por nós mesmas.
Muitas vezes não temos noção de onde nos situamos umas com as outras socialmente

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