• " O AMOR É UMA FORÇA POSITIVA." QUE O MAL NÃO PEDE SUPERA.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A CHAVE DO AMOR COMECA E TERMINA NA FAMÍLIA. VOCÊ TEM O DIREITO DE IR E VIR...MAS NA FAMILIA QUE SEMPRE VAI ESTA O SEU AMOR VERDADEIRO .





É nela onde os amores se encontram e reencontram.

O amor é ali testado e sentido na mais alta intensidade.

A família proporciona o encontro dos sentimentos controvertidos do passado, transformando-os em amor no
presente.

 É na família onde aprendemos as mais puras lições do amor de Deus, representado no amor de mãe.

Sua estrutura básica alicerça-se no amor.
Sua origem deveu- se não só à necessidade de proteção c omo também
do espírito em vivenciar suas emoções e em ligar- se às pessoas por quem nutria um amor embrionário.
É na família onde se experimenta o amor maternal, o filial, o paternal, o fraternal, que se assemelham na incondicionalidade e no desejo de sentílos com o intuito de elevar e fazer c rescer o outro.
Nela reencontramos antigos afetos e desafetos, em c uja c ompanhia elaboramos novas oportunidades derealizações e substituímos as emoções desarmonizadas do passado.
Às vezes, aparecem na família, habitando o mesmo teto, pessoas que não possuem laços consangüíneos mas

que desempenham papéis importantes para o equilíbrio doméstic o. São auxiliares da vida c otidiana que nos servemde modelo e, muitas vezes, estabelecem nossos limites, educando-nos quanto às regras de convivência.
É nela que retornam os antigos amores, cujo reenc ontro se dá para a realização de novos ideais em benefício da vida e de seus protagonistas.
Nem sempre os papéis são os mesmos.

 Independente disso, o amor permanece unindo aqueles que se reaproximam para nova c onvivênc ia.

Pessoas que se reúnem pela afinidade e sintonia em torno de objetivos superiores, formam as famílias espirituais, cujos laços não se desfazem com a morte do corpo.
Espíritos que juntos viajam em sucessivas existências, renascem numa mesma família, com novos propósitos de crescimento.

O membro que se afastou para nova jornada, recebe o auxílio daqueles que ficaram. O retorno a uma nova existência não separa os que verdadeiramente se amam e confiam no Criador.

O Universo, infinitamente habitado, abriga imensos agrupamentos de espíritos c omo famílias de uma cidade.

Vez por outra, uma família de um mundo vai em busca de crescimento em outro. Às vezes, a ida para outro orbe se dá por exílio ou degredo.
Em todos os c asos é sempre o amor de Deus a equilibrar e harmonizar o universo.
O espírito, quando em família, nem sempre consegue mascarar sua realidade. A vida, entre quatro paredes, desnuda a todos. Ninguém se esconde na convivência com seus pares.
As aversões ocorridas nos relacionamentos familiares, quando não decorrem de ações havidas em outras

encarnações, geralmente refletem as influências espirituais a que se sujeitam aqueles que não agem c om amor, como também o estágio evolutivo de cada um.
Conviver é um aprendizado que temos de encetar em favor de nós próprios.

Nem sempre renascemos e permanecemos com os pais biológic os que nos colocaram na carne.
 A vida nos situa onde necessitamos aprender.
A família ou os pais que temos são aqueles que merecemos e aos quais devemos, parasempre, o amor com que nos receberam.

Quando recebemos, como nossos, os filhos que não geramos, assumimos o papel de colaboradores de Deus em sua obra, amando pelo princípio do amor sem limites.
Valorizemos a vida em família, pois ela nos leva à percepç ão de nós mesmos. Remete- nos à necessidade de amar os que conosco convivem.

 Ela ainda é uma necessidade do nosso momento evolutivo.

Necessitamos, para melhor c onvivência social, c onstruir uma sociedade em que, nas famílias, vigorem os

princípios do amor, da paz e da harmonia entre seus membros. Para isto cada um tem um papel a cumprir no seu contexto.
A cada um é reservada uma parte das ações que viabilizarão aquela meta.
Sintamos, em c ada pessoa com quem nos relacionamos, um irmão, um membro da família de Deus.

Somos todos filhos do mesmo pai, independente de quaisquer características biológicas.

O Cristo nos deu o exemplo de família quando nos c onvidou a entendê- la como universal, cujos membros são
aqueles que fazem a
vontade do Pai.

Nenhum comentário: