É nela onde os amores se encontram e reencontram.O amor é ali testado e sentido na mais alta intensidade.
A família proporciona o encontro dos sentimentos controvertidos do passado, transformando-os em amor no
presente.É na família onde aprendemos as mais puras lições do amor de Deus, representado no amor de mãe.
Sua estrutura básica alicerça-se no amor.
Sua origem deveu- se não só à necessidade de proteção c omo também
do espírito em vivenciar suas emoções e em ligar- se às pessoas por quem nutria um amor embrionário.
Sua origem deveu- se não só à necessidade de proteção c omo também
É na família onde se experimenta o amor maternal, o filial, o paternal, o fraternal, que se assemelham na incondicionalidade e no desejo de sentílos com o intuito de elevar e fazer c rescer o outro.
Nela reencontramos antigos afetos e desafetos, em c uja c ompanhia elaboramos novas oportunidades derealizações e substituímos as emoções desarmonizadas do passado.
Às vezes, aparecem na família, habitando o mesmo teto, pessoas que não possuem laços consangüíneos mas
que desempenham papéis importantes para o equilíbrio doméstic o. São auxiliares da vida c otidiana que nos servemde modelo e, muitas vezes, estabelecem nossos limites, educando-nos quanto às regras de convivência.
É nela que retornam os antigos amores, cujo reenc ontro se dá para a realização de novos ideais em benefício da vida e de seus protagonistas.
Nem sempre os papéis são os mesmos.
Independente disso, o amor permanece unindo aqueles que se reaproximam para nova c onvivênc ia.
Nem sempre os papéis são os mesmos.
Independente disso, o amor permanece unindo aqueles que se reaproximam para nova c onvivênc ia.
Pessoas que se reúnem pela afinidade e sintonia em torno de objetivos superiores, formam as famílias espirituais, cujos laços não se desfazem com a morte do corpo.
Espíritos que juntos viajam em sucessivas existências, renascem numa mesma família, com novos propósitos de crescimento.
O membro que se afastou para nova jornada, recebe o auxílio daqueles que ficaram. O retorno a uma nova existência não separa os que verdadeiramente se amam e confiam no Criador.
O membro que se afastou para nova jornada, recebe o auxílio daqueles que ficaram. O retorno a uma nova existência não separa os que verdadeiramente se amam e confiam no Criador.
O Universo, infinitamente habitado, abriga imensos agrupamentos de espíritos c omo famílias de uma cidade.
Vez por outra, uma família de um mundo vai em busca de crescimento em outro. Às vezes, a ida para outro orbe se dá por exílio ou degredo.
Em todos os c asos é sempre o amor de Deus a equilibrar e harmonizar o universo.
Em todos os c asos é sempre o amor de Deus a equilibrar e harmonizar o universo.
O espírito, quando em família, nem sempre consegue mascarar sua realidade. A vida, entre quatro paredes, desnuda a todos. Ninguém se esconde na convivência com seus pares.
As aversões ocorridas nos relacionamentos familiares, quando não decorrem de ações havidas em outras
encarnações, geralmente refletem as influências espirituais a que se sujeitam aqueles que não agem c om amor, como também o estágio evolutivo de cada um.
Conviver é um aprendizado que temos de encetar em favor de nós próprios.
Conviver é um aprendizado que temos de encetar em favor de nós próprios.
Nem sempre renascemos e permanecemos com os pais biológic os que nos colocaram na carne.
A vida nos situa onde necessitamos aprender.
A família ou os pais que temos são aqueles que merecemos e aos quais devemos, parasempre, o amor com que nos receberam.
A vida nos situa onde necessitamos aprender.
A família ou os pais que temos são aqueles que merecemos e aos quais devemos, parasempre, o amor com que nos receberam.
Quando recebemos, como nossos, os filhos que não geramos, assumimos o papel de colaboradores de Deus em sua obra, amando pelo princípio do amor sem limites.
Valorizemos a vida em família, pois ela nos leva à percepç ão de nós mesmos. Remete- nos à necessidade de amar os que conosco convivem.
Ela ainda é uma necessidade do nosso momento evolutivo.
Necessitamos, para melhor c onvivência social, c onstruir uma sociedade em que, nas famílias, vigorem os
princípios do amor, da paz e da harmonia entre seus membros. Para isto cada um tem um papel a cumprir no seu contexto.
A cada um é reservada uma parte das ações que viabilizarão aquela meta.
A cada um é reservada uma parte das ações que viabilizarão aquela meta.
Somos todos filhos do mesmo pai, independente de quaisquer características biológicas.
O Cristo nos deu o exemplo de família quando nos c onvidou a entendê- la como universal, cujos membros são
aqueles que fazem a
vontade do Pai.

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